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A um mês das eleições, polícia do RJ monitora influência de milícias


Segundo subsecretário, objetivo é entender comportamento. Denúncias enviadas pelo TRE-RJ estão sendo analisadas. A Força-tarefa que investiga milícias na baixada Fluminense vai convocar candidatos que fazem campanhas em determinadas áreas dominadas pela milícia para explicar o porquê dos privilégios eleitorais.
“É razoável supor que algumas dessas ações da milícia tentam de alguma forma se traduzir em voto de cabresto. O que a gente tem feito, recebendo essas informações ou essas denúncias, a pessoa que tem o privilégio de ser o único ator naquele cenário para que ele se explique porque só ele pode fazer aquele tipo de campanha”, afirmou Rodrigo Oliveira, subsecretário operacional da Polícia Civil.
O objetivo, segundo ele, é tentar entender o processo antes do 1º turno das eleições, marcado para o dia 15 de novembro. Ainda de acordo com o subsecretário, o Tribunal Regional Eleitoral tem recebido muitas denúncias .
Doze milicianos mortos
Na noite desta quinta-feira (15), uma operação da força-tarefa resultou na morte de 12 suspeitos de integrar a milícia de Itaguaí, Região Metropolitana do Rio.
Entre os mortos está o ex-PM Carlos Eduardo Benevides Gomes, o Cabo Benê, um dos homens mais procurados do estado. Ele é apontado pela polícia como um dos chefes da milícia em Itaguaí.
Foram apreendidos oito fuzis, metralhadoras, granadas, pistolas e munição. A polícia informou que os ocupantes do comboio dispararam contra os agentes ao serem abordados. Um policial ficou levemente ferido ao ser atingido por um tiro no colete à prova de balas.
Apreensão de armas e munição após confronto em Itaguaí
Divulgação/Polícia Civil

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