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Polícia identifica uma das vítimas de queda de helicóptero em Rio Claro


Segundo a Polícia Civil, Gelson Moraes da Silva tinha registro de piloto de helicóptero na Anac. Agentes tentam confirmar identidade do segundo ocupante. Dois homens morrem em queda de helicóptero em Rio Claro, no Sul do RJ
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A Polícia Civil identificou um dos homens que morreram na queda de um helicóptero na área rural de Rio Claro, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo os agentes, Gelson Moraes da Silva tinha registro de piloto de helicóptero na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A polícia ainda tenta confirmar a identidade do segundo ocupante da aeronave. Os agentes informaram que junto ao corpo dele foram encontradas duas identidades com fotografias iguais, mas nomes diferentes, sendo uma de Minas Gerais e outra do Paraguai.
Agora, os investigadores aguardam o resultado do exame datiloscópico (através da digital) para confirmar a identidade dele. O caso está sendo investigado pela delegacia de Rio Claro.
Helicóptero proibido de voar, diz Anac
O acidente aconteceu na manhã de quinta-feira (15), no distrito de Passa Três, área rural de Rio Claro.
Segundo a Anac, o helicóptero, modelo Robinson 44 e matrícula PR-ESK, estava com Certificado de Aeronavegabilidade cancelado, o que significa que ele não podia voar.
O Samu informou que uma das vítimas foi encontrada presa entre as ferragens e a outra, ejetado para fora da aeronave.
Imagens enviadas para o WhatsApp da TV Rio Sul mostram que o helicóptero caiu em uma área de campo aberto, mas de difícil acesso.
O acidente aconteceu por volta das 8h. O tempo estava nublado, com o céu encoberto de nuvens.
Moradores que vivem próximo ao local do acidente relataram que ouviram dois estrondos antes da queda. A causa do acidente será investigada.
O servidor público Marcio Cercilier contou que se preparava para sair para trabalhar quando ouviu o barulho e saiu para ver o que tinha acontecido.
“Eu estava olhando pro alto, só que não dava pra ver, por causa das nuvens baixas. Aí fazia um barulho e parava. Daqui a pouco vi quando apontou entre as nuvens, descendo já sem controle”. A testemunha contou ainda que, só após o helicóptero tocar o chão, segundos depois, a hélice solta da estrutura caiu.
Helicóptero cai em Rio Claro
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O que dizem Anac e Aeronáutica
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero, modelo Robinson 44 e matrícula PR-ESK, estava com Certificado de Aeronavegabilidade cancelado, o que significa que ele não podia voar.
A Aeronáutica também informou que a aeronave estava com os documentos de permissão para voar em situação irregular.
O que diz a Força Aérea Brasileira
Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que uma equipe de investigadores foi enviada ao local para “realizar a ação inicial da ocorrência”, que consiste em coletar dados, como fotografar a cena do acidente, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos.
“Investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) localizado no Rio, foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-ESK”.
Helicóptero que caiu em Rio Claro não tinha permissão para voar, diz Anac
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