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Covid: treze possíveis casos da variante britânica são investigados no Rio

Profissionais da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS) da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro descobriram que o homem com caso confirmado da variante britânica do coronavírus participou de uma reunião de família com ao menos oito pessoas em Nova Friburgo, dias antes de apresentar os sintomas.

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Uma equipe técnica da SVS esteve no local para a investigação epidemiológica, e o dono da casa relatou que foi diagnosticado com Covid-19 um dia depois do evento, o que foi confirmado por um teste rápido. Ele já se recuperou da doença e relata não ter viajado nem tido contato com alguém que tenha viajado para locais onde a variante do vírus esteja circulando.

Como não foi coletado material para análise na época em que o dono da casa estava doente, não será possível realizar sequenciamento genético para confirmar se ele também teve Covid-19 a partir da infecção da variante britânica do vírus.

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O homem cuja infecção foi comprovadamente atribuída à variante mora na cidade do Rio de Janeiro, teve apenas sintomas leves e já se recuperou da doença.

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Até sábado (20), havia 13 casos de covid-19 em investigação por possíveis relações com as novas variantes do coronavírus no estado. São considerados suspeitos pacientes com sinais e sintomas de covid-19 que tenham histórico de viagem ou contato com pessoas oriundas de outros estados e/ou países com circulação de novas variantes.

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Casos confirmados

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro já confirmou cinco casos relacionados a mutações do coronavírus, sendo um da variante britânica e quatro da variante brasileira, identificada pela primeira vez em Manaus.

Dois dos pacientes com a cepa brasileira morreram, sendo um morador de Belford Roxo e outro paciente oriundo de Manaus. “A SES reforça que, em ambos os casos, não é possível afirmar que houve agravamento dos quadros devido à mutação do vírus.”

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Entre esses cinco pacientes, quatro adquiriram a doença dentro do próprio estado do Rio de Janeiro, o que confirma que as cepas já estão circulando ao menos na capital, e, provavelmente, também nas cidades de Nova Friburgo e Nova Iguaçu. Apesar disso, a secretaria alerta aos demais municípios que é possível que a circulação seja mais ampla, devido à mobilidade de pessoas na região metropolitana.

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