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Amante acusada de mandar matar mulher após homem romper caso vai a júri popular em Araruama, RJ, nesta quinta

Crime aconteceu em dezembro de 2017. Acusada foi presa quase dois meses depois. Na ocasião, ela confessou à polícia ter encomendado o assassinato. Suspeito de homicídio, que recebeu uma TV de 42″ e dinheiro para cometer o crime, também será julgado nesta quinta (9). Está marcado para às 10h desta quinta-feira (9), o julgamento da amante acusada de mandar matar a mulher do homem com quem tinha um caso. O crime aconteceu em dezembro de 2017, em Araruama, na Região dos Lagos do Rio. Além dela, o homem acusado de ter cometido o assassinato também será julgado nesta quinta.
O julgamento vai acontecer no Fórum de Araruama. Os dois vão a júri popular.
Quando foi presa, em janeiro de 2018, a mulher confessou à polícia que encomendou o crime, ocorrido no bairro Morro Grande, dando ao matador uma TV de 42″ e dinheiro.
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Ela foi identificada e encontrada depois que o principal suspeito pelo assassinato foi preso durante uma operação contra o tráfico de drogas.
Segundo a polícia, na ocasião, ele confessou que, além da TV, recebeu R$ 1 mil para executar a vítima, que foi baleada no rosto. Após matar a vítima, o homem furtou o carro dela, segundo a polícia.
Durante depoimento na 118ª Delegacia de Polícia (DP), em 2018, ele também afirmou que a amante encomendou a morte por estar inconformada com o rompimento da relação pelo marido da vítima.
De acordo com a acusação, a ré pode responder por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe, em razão da vingança. Já o réu pode responder por homicídio mercenário (mediante paga) e por impossibilidade de defesa da vítima, além do artigo 155 do Código Penal, uma vez que furtou o veículo dela. As penas podem variar de 12 a 30 anos.
“A assistência de acusação tem a convicção de que o conselho de sentença irá arrimar seu veredicto no sentido de condenar os réus, uma vez que a imputação realizada está calcada em provas e em um trabalho sério e dedicado pela Polícia Civil”, afirmou o advogado criminalista Filipe Roulien.

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