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Escolas estaduais de cidades com bandeira vermelha no RJ têm poucos alunos na volta às aulas

O RJ2 mostrou escolas na Zona Sul e Zona Norte da capital onde não houve nenhuma movimentação de estudantes nesta segunda (16). Movimento nas escolas estaduais é fraco no primeiro dia de retomada das aulas
No dia de volta às aulas na rede estadual do Rio, as escolas das cidades com bandeira vermelha – de alto risco de transmissão de Covid – tiveram pouca movimentação de alunos.
Na semana passada, não houve aulas presenciais no Rio e em mais 35 cidades. Na sexta-feira (13), o estado determinou o retorno, prevendo que as unidades abram mesmo em cidades com bandeira vermelha, como é o caso de toda a Baixada Fluminense e da capital.
Na bandeira vermelha, os colégios só podem ter 40% da lotação. Na cidade do Rio, 79 mil alunos poderiam ter ido às escolas nesta segunda, mas a movimentação foi baixa, como registrou o RJ2 em uma escola no Leblon, na Zona Sul e na Praça da Bandeira, na Zona Norte.
Um funcionário do Colégio Nações Unidas, em Inhoaíba, na Zona Oeste, afirma que a unidade também ficou vazia.
“A adesão é muito pouca dos alunos. Os pais não querem que eles se exponham e os próprios pais é que vão buscar o kit alimentação pros alunos não irem lá. Até os cadernos e livros quem pega são os pais”, afirmou o funcionário que preferiu não se identificar.
Um relatório da Comissão de Educação da Alerj apontou que, em quase metade das unidades visitadas, o distanciamento nas salas de aula não era respeitado.
Professores afirmam que na maior parte das vezes as regras sanitárias não são cumpridas por problemas de estrutura e por falta de pessoal.
“Não tem pessoal para trabalhar, temos duas serventes, o álcool é colocado lá na frente, não tem porteiro, não tem inspetores. Então o aluno que entrar, entra de máscara ou sem máscara, não tem pessoas para fiscalizar”, disse o funcionário que não quis se identificar.
Os alunos denunciam que não receberam o básico, como máscaras.
“Em relação à distribuição das máscaras, que deveriam ser PFF2, nesse momento de pandemia, não teve distribuição correta. E isso mostra que o cuidado não foi mantido pelo estado”, disse a aluna Emily Luizi.
A Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) afirmou que, depois do relatório da Comissão de Educação da Alerj, intensificou a fiscalização das escolas.

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